Social Podcast

18/10/2009

Convido vocês para conhecerem o mais novo projeto de Guto Marcondes e do Fernando Paes, chamado Social Podcast, um podcast que fala sobre o dia-a-dia do fotógrafo social, com dicas, sugestões, bom humor e muitas novidades.

Se você é fotógrafo social, ou não (rsrs) venha conhecer este podcast, ouvir e comentar.

Façam uma visita:
http://www.socialpodcast.com.br

Fala galera! Desculpem o sumiço, as coisas estão meio corridas por aqui. Gostaria de compartilhar com vocês minha nova aquisição: Depois de ver este post no blog do Renato Rocha Miranda, resolvi experimentar usar um softbox com meus flashes nikon.

Comprei um softbox mako e um adaptador para softbox. O engraçado é que se você ligar para mako e dizer que utilizar um flash de sapata com o softbox mako, eles dizem que não há essa possibilidade.

Tenho uma sombrinha difusora, mas acho que ela perde muita luz e espalha muito.
Decidi então comprar um softbox com recuo.

Minha primeira dúvida na hora da compra foi a escolha do tamanho. Não queria um softbox muito pequeno, queria um fonte de luz maior. Comprei um de 80×60cm. Meu medo era que o Sb-800 não iluminasse toda a área do difusor, entendem? Tinha medo que ficasse uma vinheta, entretanto, como podem ver abaixo, não tive esse problema.

A montagem do softbox é fácil, porém pra quem nunca mexeu, é complicado no início. Mas já peguei a manha, o macete é encaixar as 4 hastes de forma alternada, em diagonal. Ele é leve e possui dois difusores, sendo que o interno você pode retirar.

Possuo um Sb800 e um Sb600 e tenho a possibilidade de usar os flashes de três formas fora da câmera: Nikon CLS (Nikon Creative Lighting System), Sb800 como fotocélula ou via rádio (PT-04). Sendo que esta última é a maneira que mais gosto de utilizar.

Hesitei muito em comprar justamente devido a altura que o sistema ficaria com o uso do PT-04, pois ele é alto demais. Procurei bastante na net mas não achei referências sobre a utilização do adaptador mako para softbox + PT-04.

Reparem que para o uso via CLS e fotocélula, a altura fica perfeita:

Porém a coisa complica um pouco na hora de utilizar o radio flash PT-04. O adaptador dá a possibilidade de afastarmos os dois pinos, assim, você deve inclinar o PT-04 para que a altura fique correta.

Porém ele é frágil demais e não fica muito seguro se você fica mexendo a todo momento no tripé. Para não forçar o PT-04, resolvi afrouxar um pouco o parafuso e apoiar a cabeça do flash no próprio adapatador, deixando-o mais seguro. O cabeça do flash não fica centralizada, porém isso não muda em nada resultado do uso do acessório.

Por enquanto deixo essas fotos como exemplo, e em outra oportunidade farei outros testes.

 

É um ótima opção tanto para fotos em estúdio quanto para externas, como usa o fotógrafo Zack Arias, então fica aí a dica. Conheço bastante gente que gostaria de montar um set assim, e espero que este post ajude a tirar algumas dúvidas que eu tive antes de adquirir os meus.

Abraços!


Todo mundo está falando desta nova ferramenta de miniblog que é o twitter. Resolvi experimentar.

Cada post pode ter no máximo 140 caracteres, o que te obriga a ser sucinto ao escrever. Ainda estou pegando a manha das ferramentas, que são bem simples, mas você já pode acessar meu perfil: www.twitter.com/heidertorres

Abraços

Ontem me foi dada a missão de fotografar uma turma de formandos em marcenaria. Os jovens queriam fazer uma foto em que o Rio Jari e a floresta estivessem presentes.

Começamos a fazer as fotos às 17:30, e como o sol ainda estava forte (se pondo, mas ainda forte), as expressões dos rostos estavam estranhas, até brinquei que eles estavam com cara de quem chupou limão. =P

Assim, tivemos que esperar o sol baixar mais um pouco.

Às 18 horas não havia mais sol no primeiro plano, mas na parte de trás, o rio e parte da floresta continuavam iluminados pelo sol.

Eu teria que usar flash de preenchimento (fill flash). O problema é que para o rio aparecer na foto eu tinha que estar no segundo andar de um hotel e o jovens estavam no gramado, a uns 40 metros de distância.

Nunca havia usado meu PT-04 de tão longe. Me deu uma vontade de ter um pocketwizard naquela hora. Resolvi colocar o receptor no flash (Sb800), fiquei com o transmissor na mão e fui andando até a distância que eu iria ficar. Fiquei supreso, funcionou.

Peguei mais um flash (sb600) e montei os dois sobre tripés, sem nenhum acessório, na potência máxima. Fiz a fotometria no rio e preenchi com a luz dos flashes.

De cinco fotos, o PT-04 só falhou 1 vez.

Abaixo uma foto sem o flash e outra com o flash preenchendo:

Galera, comprei semana passada a versão em português do livro The Moment it Clicks (O Momento do Click) de Joe Mcnally no submarino.

Desde que foi lançado, eu vinha esperando a versão em português. Sou fã desse cara. Valeu a pena esperar, o livro é melhor do que imaginava. São as mesmas histórias que ele conta em suas palestras, e foi depois de ouvir uma de suas aulas que Scott Kelby o convidou para escrever este livro.

São fotos espetaculares e histórias de experiências ora engraçadas, ora emocionantes, mas sempre com os conselhos de Joe, que no final de cada história sempre cita o esquema de luz e macetes usados.

Taí a dica de leitura. Abraços.

Joe McNally, um dos maiores fotógrafos digitais profissionais do mundo, cujo celebrado trabalho abrilhantou as páginas das revistas Sports Illustrated, Time e National Geographic (para citar algumas), abre novos caminhos fazendo algo que nenhum livro de fotografia fez – a combinação de imagens ricas, impressionantes e um layout elegante de um álbum de fotografias com um treinamento inestimável, cheio de insights práticos e segredos fotográficos geralmente encontrados somente em raros livros didáticos. Quando Joe não está em missões para as grandes revistas ou para os clientes da Fortune 500, ele está em sala de aula ensinando sobre posicionamento de luz e retrato ambiental, ou em workshops ao redor do mundo ensinando como tirar A foto.

O que torna este livro tão único é o triângulo de aprendizado onde (1) Joe destila o conceito em uma breve sentença. Geralmente começa com algo do tipo: Um editor da National Geographic uma vez me disse… e, então, ele compartilha conosco um daqueles macetes exclusivos que só consegue quem passa toda a vida atrás das lentes. Depois, (2) na página de rosto sempre está uma das imagens estonteantes de Joe que ilustra perfeitamente sua técnica (você vai reconhecer muitas fotos que já saíram em capas de revistas). E (3) você descobre a história do que realmente foi necessário para conseguir aquela foto, incluindo o equipamento usado (lentes, f/stop, iluminação, acessórios etc.), além dos desafios que esse tipo de projeto traz e como conseguir uma foto desse tipo por si próprio.

Esse livro também lhe dá algo mais. Ele inspira. Desafia. Informa. Mas mais do que isso, ele ajuda a entender a fotografia e a arte de tirar fotos grandiosas a um nível que você nunca pensou que fosse possível. Esse livro conta com aqueles momentos Ah ha! aqueles insights inteligentes que fazem com que tudo fique mais fácil. Ele traz aquele instante maravilhoso em que tudo subitamente faz sentido o instante do clique

Editora: Alta Books
Autor: JOE MCNALLY
ISBN: 9788576081975
Origem: Nacional
Ano: 2008
Edição: 1
Número de páginas: 264
Acabamento: Brochura
Formato: Médio

Para usar esse canhão sem tripé precisa estar em forma. =)

A foto acima é de um pequeno review sobre a Sigzilla, confira:
http://www.juzaphoto.com/eng/articles/sigma_200-500_2_8_ex_dg_review_test_samples_raw.htm

A editora Globo entrou em contato comigo, estavam interessados na compra de uma de minhas fotos, encontrada aqui blog, no post sobre o nikon SC-28.

Trata-se de uma foto de agrilcultores de curauá feita em Santarém , exatamente o tema da reportagem: O uso do curauá na fabricação de peças automobilísticas ecologicamente corretas.

Acertamos tudo e na edição 26 da Revista Época Negócios saiu a foto.

Abaixo o link da reportagem:
http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI66740-16368,00-UM+CARRO+FEITO+DE+PLANTA.html

Depois de fotografar um evento, estava eu sentando guardando meu equipamento quando deixo meu sb600 cair de uma altura de mais ou menos 40cm. Foi como levar um chute nas minhas partes…

Respirei fundo, pressionei o botão de ligar. Legal, ligou. Fez aquele barulhinho típico do flash carregando a potência. Zoom ok. Pressionei o botão de disparado do flash e nada.

-Meu Deus… deve ser as pilhas, já estavam fracas, vou trocar.

Troquei na esperança de tudo voltar ao normal, porém como (lá no fundo) já era esperado, ele continuou não disparando a lâmpada.

Foi a primeira vez que tive problemas desse tipo com meu equipamento, por isso esse drama. É uma sensação horrível. Depois de uma noite não tão boa de sono, ficava pensando como pude deixá-lo cair, um segundo de desatenção e vem o prejuízo.

Resolvi mandar o flash para a assistência técnica Nikon Udenio do Brasil. Seria um longa viagem: do norte (PA) ao sul (RS) do brasil. Chegando lá, me deram um prazo de 4 dias para checarem o equipamento e fazerem o orçamento do conserto. Dois dias depois já estava feito: Lâmpada queimada, R$350,00.

Autorizei o serviço e solicitaram 10 dias para que o conserto fosse realizado, eles tinham a lâmpada em estoque. Depois de exatos 10 dias liguei e já estava consertado.

Depositei o valor do orçamento e o frete já estava incluso, praticamente R$70 o sedex do RS ao PA, e no mesmo dia que enviei o comprovante o flash foi enviado novamente pra mim. O flash chegou como novo, pronto pra guerra novamente.

Amigos, recomendo a assistência técnica Udenio do Brasil, o atendimento deles é nota dez, o telefone é 0800, são atenciosos e super ágeis para resolver as coisas, mas espero não precisar deles tão cedo, rsrs.

A propósito, preciso ligar pra Kertzmann

Clique aqui para ver o antes e o depois | Clique aqui para comentar no Flickr.

Photo: Igor Coltro | Manipulation: Heider Torres (kavoo)

Meu amigo Igor Coltro está postando algumas fotos do ensaio fotográfico que fez de Nathy Pires, e me convidou para que eu manipulasse uma delas.

Strobist Info: Ambos os flashes do lado esquerdo da cena, porém a primeira acoplada a uma sombrinha com intensidade 1/8 e o outro pouco atrás da modelo, no LightSphere com intensidade 1/4 para iluminar bem o fundo. Ambos disparados com Trigger CTR-301.

É galera, a crise econômica anda afetando até os logos das empresas…  =D

Fonte: logodesignerblog.com/logo-designs-afte-the-recession